Teoria do U

29/08/2017

Essa teoria foi desenvolvida ao longo de 15 anos por Otto Scharmer, Adam Kahane, Peter Senge e Joseph Jaworski e desde então é utilizada nas mais distintas intensidades podendo ser aplicada em uma organização simples ou até mesmo em uma nação inteira com a intenção de conseguir encontrar soluções para os mais variados problemas que estão cada vez mais presentes em todos os lugares.

Essa teoria é baseada em sete etapas: suspender; redirecionar; deixar ir; estar presente; deixar vir; decretar a lei e incorporar, sendo que todas elas ficam compreendidas em três grandes fases baseando-se no início, meio e fim, fazendo analogia a letra U. No início, ao lado esquerdo da letra é localizada a indagação. Nessa fase do processo é necessário elaborar um questionamento e buscar o entendimento daquilo que se está almejando, o que está dando certo e o que deve ser alterado. Na segunda fase, na base do U, surge o aprofundamento onde todo o processo desnecessário deve ser deixado de lado priorizando os demais fatores. A partir disso todos devem dar atenção para si mesmos e em relação a atenção que todos têm perante a instituição. Com esse esclarecimento é que surgem os insights. Por último se encontra a subida, na parte direita da letra, que se baseia nas propostas, intenções e aplicações das novas ideias para serem testadas. Se tudo ocorrer de forma produtiva o processo se encerra, caso contrário deve ser novamente iniciado com essa nova perspectiva.

Seguindo esses aspectos a teoria promete auxiliar no relacionamento, compromisso e produtividade das pessoas relacionadas a ela. Não basta o líder emitir uma determinada ordem desejando que o funcionário a cumpra cegamente. Para realmente ser efetiva o funcionário precisa entender desde o princípio o motivo da ordem, quais suas implicações e o objetivos que almeja alcançar. Dessa forma ele terá consciência de todo o processo e o engajamento fluirá naturalmente.


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